Crônicas do Dragão vermelho Part 01 | Visions in My Head

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Crônicas do Dragão vermelho Part 01



Depois de uma longa jornada dentro do clan dos dragões se destaca um dragão por sua força e gloria em seus combates. Heder zapatero o dragão vermelho, realizou varios treinamentos junto com seus irmãos e surge uma época em que os dragões, em seus corações e suas almas eram guiados pela pureza de suas garras e pela nobreza da honra dos grandes e lendários dragões do passado. Dentro desse clan de dragões surge a história de três dragões sujos nomes se chamavam de Cello, Heder e Absynth, obstinados em seus preceitos, mesmo sendo de origens e raças diferentes .Dragões que se tornaram grandes companheiros, com um único objetivo, mesmo que isto pudesse custar-lhes a vida.
Lutas, duelos, todo tipo de contendas, Heder experimentou, com o apoio de seus irmãos. Eram inacreditáveis sua perícia e destreza quando em combate. Dezenas foram subjugados sob a suas garras, tantos outros se renderam frente à sua inigualável habilidade em combate. Habilidade esta, dita por Cello como uma qualidade divina em
seu irmão.
Mas, eis que o mundo de heder começa a desmoronar, depois de alguns meses logo depois de completar 600 anos, ele é chamado a uma batalha em uma região inóspita ao norte de seu covil. Liderando um exercito de dragões, partiu Heder rumo a batalha. 400 anos se passaram, eles retornariam vitoriosos, trazendo praticamente todo o efetivo que partiu, com vida, à exceção de apenas trinta e seis dragões que pereceram no campo de batalha e mais 40 que ficaram nas instalações de um novo covil na região. Ao chegar proximo de seu covil procura desesperadamente por seus irmãos cello e absynter. Mas o que encontraram é uma realidade aterradora...
-Não acredito! Pronunciou um dos dragões apavorado, quando viu parte somente a parte do covil em escombros.
Imediatamente Heder e seu exercito de dragões, aceleraram seu bater de asas, exaustos da viagem, até os portões do covil
-Oh! Graças a Lo todos estão vivos! Pensou Heder, ao ver seus irmãos vivos, apesar de toda a devastação do condado. -
-Onde está Absynter? Perguntou preocupado, por sua irmã. -Está bem respondeu cello, a guerra e a peste não a atingiram, mas...
-Mas, o quê? Indagou heder
-E Jaddy? Perguntou, preocupado, um dos dragões.
-Vendo a tristeza nos olhos de Cello, Heder perguntou, já prevendo o pior: -Mas, o que há com a Jaddy?
-Jaddy está morrendo. Respondeu, Cello, à indagação de todos de forma seca e triste.
-Não... Não... Eu não viajei tanto para voltar e ver minha irmã mais velha morrer. Por quê? - Heder já estava com lágrimas nos olhos.
-As lutas na guerra não foram capazes de feri-la, como você deve saber. É a maldita peste...
-Não! Isso é impossível! Uma maldita doença não poderia... Ela é muito forte... Jaddy... Não...
-Deve haver uma maneira... Ela não pode morrer assim. E Heder saiu do que restou do salão principal, diretamente
a caverna de sua irmã.
Chegando a caverna, Deparou com Absynter, ajoelhada ao lado da cama onde estava deitada sua irmã. Sem fazer
nenhum som e com as lágrimas descendo pelo rosto. Heder voltou imediatamente, arrasado para onde conversavam Cello e os outros dragões Diulia, Coreh e Jhone. Do alto da escada, ainda em choque pela visão moribunda de sua irmã, Heder lembrou-se de uma velha lenda dracônica sobre um templo em uma terra distante onde ocorreria um torneio
onde qualquer desejo de um mortal seja ele dragão ou não poderia ser realizado... E pensou em sua irmã, imediatamente tomando a decisão de vencer este torneio e salvar-lhe a vida.
Mas, onde era o torneio? Quando ele ocorreria? Quem iria competir? Perguntas respondidas com uma única frase, vinda
do seu íntimo, uma voz pura e celestial. “Vá para o Oriente... Nas grandes montanhas de Darkness Fall...”.
Meio sem saber o que fazer, Heder voltou-se, tentando saber de onde vinha aquela voz, e percebeu que ela não vinha de parte alguma, se não, de dentro de seu próprio inconsciente, como se alguém o chamasse, pedindo sua presença no torneio.
Certo de onde se realizaria, e que precisaria viajar por um tempo antes de chegar ao seu destino, Heder começou a
descer as escadas, decidido e com um estranho brilho nos olhos. Brilho conhecido por Cello.
-O que há com você, Heder? Perguntou Cello, desconfiado com a atitude decidida de seu irmão.
-Vamos viajar. Respondeu secamente, Heder, começando a dar ordens aos Dragões com relação a suprimentos para uma
viagem, Dragões...
-Meu Irmão. Disse Absynth, ao ver que seu Irmão, novamente iria afastar-se do covil. -O que está fazendo? Para onde vai?
-Salvar minha irmã. Disse Heder, já saindo pela porta principal do covil.
Jhone, de um só golpe, virou-se e disse aos seus Irmãos. -Não temam meus irmãos, Heder já participou de muitas batalhas e nenhum inimigo conseguiu arranhar suas escamas, não é nesta nova empreitada que ele irá perder-se. Além, é claro, irei com ele, para me certificar de que ele seguirá os preceitos sagrados dos antigos dragões.

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