Dual | Visions in My Head

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Dual

O que estive analisando agora é que, não posso simplesmente visualizar tudo e deixar a coisa correr. Recentemente descobri sobre minha energia dual quando conheci o dragão dentro de mim. Ele me  ensinou uma maneira de quebrar as correntes de pensamentos, que me mantinha distante da origem de meu ser. E revelou-me o mundo como ele sempre foi desde a sua criação. O mais importante ao se lidar com essa energia dual é reconhecer que as duas correntes da energia estão empenhadas em proteger a sua própria essência.

Se observarmos, estamos sempre buscando proteger isso mesmo, quando nos defendemos por extinto, quando defendemos os nossos conceitos de personalidade com uma auto avaliação etc..
Quando comecei o meu dialogo comigo mesmo descobri que eu me relacionado com o mundo como uma criança. A minha vinda não era mais a mesma e descobrir que o meu ser não tinha significância, tudo era apenas uma repetição. O dragão me fez enxergar isso e eu vi que ele tinha perdido ao defender a essência do eu, foi uma terrível verdade.  Eu desejo intensamente alguém para contar sobre minhas histórias trágicas e permaneço triste com os meus segredos e toda a minha dor.
Esses segredos me deixam cego de uma certa forma para eu mesmo, tudo faz parte de todo um processo de busca e encontro e a energia dracônica me ensinou tomar esses segredos e me tornar um só com eles.
E ao olhar pela janela do mundo conectado com a origem, percebi que todos nós, seres humanos, não queremos doar nada. Estamos egoístas de uma forma incrível, esperamos apenas receber tanto neste mundo quando no mundo do além e do nada..  Nunca percebemos a importância pessoal que nos guia, se não tratamos e buscarmos o tratamento para isso.  
A ideia intima não é nossa.  O dragão me deu uma série de suposições para começar a ver o que aconteceu comigo, e o que tenho feito durante este estado, mas alertou me para não olhar de forma comparativa, mas como uma investigação dos fatos.
Mesmo com todo o conhecimento que tenho, não entendia o que estava acontecendo, eu sei que os mundos podem ter diversas definições, mas não era isso que estava acontecendo. Alguns de meus próprios pressupostos metafísicos estavam completamente variados, o espaço não estava o mesmo, o tempo parecia não constituir mais um fluxo continuo, de sentido único, as causas disso não se conformavam em entrar em acordo com a lógica...

Não consigo exprimir corretamente o sentimento que tomava conta de meu corpo... Não posso tentar nem ao menos estabelecer um principio. Uma direção para essa estrada infinita e longa, foi o que escolhi. Minha pretensão definitiva agora é me submeter a este estado. E estudar de forma individual a origem desta força.

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